Devida licão de vida

“Um antropólogo estava a estudar os usos e costumes da tribo Ubuntu. Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, colocou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e colocou tudo debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “já”, elas deveriam correr até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “já”, instantaneamente todas as crianças deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e comeram felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou por que elas tinham ido todas juntas, se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam: ‘Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?’

 

Quem nunca?

Quem nunca enfrentou uma tempestade interna em sua vida, seja por causa de uma delisusão amorosa, trabalho/carreira profissional, problemas com filhos ou pais, doença ou crise existencial? Não importa o motivo, mas pelo menos  alguma vez até agora você já passou por uma tempestade dessas dentro de si. O que fazer quando tudo parece frágil ou perdido, quando parece que perdemos o chão ou o céu? Continue lendo “Quem nunca?”

Silêncio

“Dois padres jesuítas portugueses, no século 17, Sebastião Rodrigues e Francisco Garupe, viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido, assim como quase todo o contato externo. A procura do mentor deles, os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.”

Esta é a sinopse de Silêncio, o longa-metragem que assisti ontem. Mas o texto acima jamais poderia definir ou resumir o magnífico filme que é Silêncio, mais uma obra-prima de Martin Scorsese. É como estava escrito numa matéria que li sobre o filme momentos antes de assisti-lo: Não é entretenimento, é cinema de primeira! Eu diria mais: é Arte de primeira, pois acima de tudo Silêncio cumpre com o papel fundamental de qualquer expressão artística, que é causar reflexão. Continue lendo “Silêncio”