Desenvolver-se como um todo

Olá amigos, bom dia!

Pois é, já estamos quase na metade de Março deste maravilhoso ano de 2019! Como está a correr o ano para ti? Como estão os teus planos? Quais são os teus objetivos para 2019? Já estás a colocar em prática o que planeaste?

Por aqui, muita coisa acontecendo: o meu segundo romance (AGEHU – Onde a vida começa a mudar) será publicado em breve, estou trazendo a Ecstatic Dance para as cidades de Castelo Branco e Covilhã, promovendo Workshops na área do Desenvolvimento Pessoal e também começarei a realizar Encontros de Yoga/Meditação e Encontros de Coaching em Castelo Branco. Além disso, há grandes possibildades também de desenvolver o meu novo trabalho musical, que tem recebido um feedback muito positivo do público.

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Mulher, gratidão!

Olá a todas!

Hoje eu quero prestar a minha homenagem a elas. Entretanto, hoje é apenas mais um dia delas, não o único. Cada vez mais precisamos de Dias da Mulher, cada vez mais a Humanidade precisa delas, cada vez mais é gritante o fortalecimento e reavivamento do lado feminino da existência humana para equilibrar o mundo em que vivemos. Apesar do lado feminino não ser exclusivo das mulheres e de existirem homens que possuem-no fortemente desenvolvido, é elementar que este é mais presente nas fêmeas da nossa espécie.

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Mais grato, mais apto!

Mais uma viagem, mais um porto seguro que me aguarda, o mundo e a vida ao redor a brindar os meus olhos e o meu espírito, e mais uma vez este é o sentimento: GRATIDÃO. Eu queria falar um pouco sobre este que é o mais genuíno dos sentimentos, caso sejas verdadeiro contigo mesmo e com o mundo.

Por vezes, este é um sentimento incompreendido. Geralmente, pensa-se em gratidão por aquilo que já se tem, ou gratidão caso sinta-se feliz, ou sentir-se grato por algo específico que aconteceu ou se concretizou. Entretanto, a gratidão genuína não é e jamais será uma consequência, mas sim uma causa. Gratidão é a fonte. E sim, gratidão é a fonte da felicidade.

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Regresso ao essencial

“Gabriel tinha um carinho e um respeito enorme pela natureza, costumava dizer que éramos agraciados por ter uma Mãe tão generosa, que nos abriga carinhosamente no seu seio apesar de todo o mal que fazemos a Ela. Isis chegou a ficar arrepiada quando se lembrou das vezes que viu Gabriel reverenciar a natureza, era um momento realmente especial. E parece que agora era a sua vez de passar por isso, ela sentia uma sensação sublime de preenchimento, de união, de dar e receber, de ciclo completo. Isis ficou assim por um tempo, contemplando a magia do universo, sentindo a energia da vida adentrar os seus poros e misturando-se com a sua alma, fazendo parte de uma espécie de reciclagem espiritual.”

Este trecho de “AGEHU – Onde a vida começa a mudar” enfatiza a importância de se reverenciar a natureza, de sentir-se acalentado e grato por estar no seio da Grande Mãe. Em tempos modernos, esta conexão com a natureza perdeu-se bastante; mas a boa notícia é que cada vez mais pessoas estão percebendo a importância de reconectar-se com a sua essência, que está ancorada nas belezas naturais que vislumbram os olhos e corações mais atentos e despertos.

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(NÃO) Deixa (DE) acontecer

“– Querida, escute esta velha senhora: Não ache, saiba! Não te preocupes com o que pensem, pense sobre o que te preocupa e faça o que há de ser feito. Soluções em vez de suposições, este é o segredo da longevidade. Foi assim que cheguei até aqui e assim posso morrer feliz, se esta for a vontade da Mente Superior. Faça o que o teu coração pede, não dê tempo ao tempo, pois ele certamente vai enganar-te, vai trapacear, vai dizer que não adianta, vai tentar convencer-te que o tempo é curto ou que não há tempo para agir. Grite, se for preciso, sacuda o teu corpo, gesticule… Há algo de mágico nos gestos! Dance, cante, esperneie! Faça o que for preciso, mas faça a comunicação, ainda que soe como loucura. Não temos como interpretar a mensagem pelos outros; deixe que eles decidam o que fazer com as tuas palavras e ações.”

Neste trecho do meu novo livro, a personagem principal fica em dúvida se deve ou não tomar uma importante ação, apesar de sentir que deve fazê-lo. É neste momento que a sua interlocutora dá-lhe este conselho descrito acima. Por quantas vezes deixamos de fazer o que há de ser feito, mesmo sentindo em nossos corações que aquela era a atitude correta a ser tomada? Por que isto acontece? Por que frear na Hora H?

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