Um trecho do novo, a fé de sempre

Enquanto continuo procurando “a casa certa” para Agehu – Onde a vida começa a mudar, fique com um trecho de meu novo livro, retirado da página 23 em homenagem ao dia 23 de Janeiro. Mas se você me perguntasse o que eu celebro no dia de hoje, eu te responderia: o simples fato de estar vivo e continuar cumprindo a minha missão aqui neste plano com amor e luz nos atos e nas palavras; a certeza de que hoje estou dando mais um passo no caminho que foi escrito para mim e que só eu posso percorrer.

Boa semana!

(…) Provavelmente ela acabaria internada em alguma instituição psiquiátrica. A autolibertação seria mais uma vez confundida com doença mental, poderia até ser considerada uma louca perigosa. Perigoso é quem não é livre, Isis protestou em suas reflexões. Mas somente protestar mentalmente não bastava. Precisava de respostas, pois ela mesma ainda não sabia direito o que estava acontecendo.

Apesar da certeza de ter reencontrado o seu caminho, Isis não sabia em que direção ir, não sabia que rumo tomar. Restavam alguns dias para as crianças chegarem, ainda dava tempo de pensar em algo. Mas também só pensar não adiantava, precisava agir! Ela precisava voltar ao lago, tinha que vivenciar a experiência outra vez antes de tomar qualquer decisão. (Agehu, página 23)

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